terça-feira, 25 de agosto de 2015

Barras Love - Hart's // Desbananando Rótulos

Hart's Natural Love. Essas barrinhas são - literalmente - muito amor. 


Duvido um nutricionista que não aprovaria um produto industrializado com apenas 2 ou 3 ingredientes! Não é sonho! Essa é a realidade das barras de fruta da Hart's!

As barras são comercializadas em seis sabores diferentes: chia, cacau, amendoim (carinhosamente apelidada de "paçoquinha"), coco (carinhosamente apelidada de "cocadinha") e os dois novos sabores: pecan e café. São feitas à base de tâmaras. Não contém açúcar adicionado. Não contém conservantes. Não possuem glúten ou lactose (bacana para facilitar a vida dos celíacos e intolerantes). Possuem oleaginosas em sua composição. São deliciosíssimas. Geeente, esse produto realmente existe? SIM!

Elas estão em toda dieta que prescrevo. Elas habitam minha bolsa quase que diariamente. Mais recentemente, passaram a incorporar meus treinos longos de pedal. Elas são demais! A admiração pela empresa Hart's ja vem desde que provei (e analisei) as barras de cereal. Você pode ler o post da análise aqui.

Os dois novos sabores são incríveis! Achei que fosse morrer de amores pela Pecan. Mas quem me pegou de jeito foi a de Café. Pensa, café de verdade torrado e moído na composição da barrinha? É ou não é perfeito demais?? Eu sou suspeita mesmo pra falar. 

Mas tentando ser imparcial, vamos analisar a lista de ingredientes:

CHIA: tâmaras, castanha do Pará e chia.

CACAU: tâmaras, castanha do Pará, chocolate amargo 70% cacau (massa de cacau, açúcar, chocolate em pó com baixo teor de gordura, emulsificante lecitina de soja e aroma natural de baunilha) e cacau.

PAÇOQUINHA: tâmaras, amendoim, chocolate amargo 70% cacau (massa de cacau, açúcar, chocolate em pó com baixo teor de gordura, emulsificante lecitina de soja e aroma natural de baunilha) e cacau.

COCADINHA: tâmaras, coco desidratado e castanha do Pará. 

PECAN: tâmaras e noz pecan.

CAFÉ: tâmaras, castanha do Pará, chocolate amargo 70% cacau (massa de cacau, açúcar, chocolate em pó com baixo teor de gordura, emulsificante lecitina de soja e aroma natural de baunilha), café torrado e moído e cacau. 

É, com a Hart's não tem como ser imparcial! 

Chia, cocaquinha e pecan com 2 ou 3 ingredientes. Cacau, paçoquinha e café com um pouco mais em função do chocolate 70% cacau que é adicionado (e vale cada ingrediente a mais). Dá uma olhada nos "chunks" de chocolate na barrinha!

Cada barrinha pesa 35g e contém em média 120 kcal, aproximadamente 20g de carboidrato (o equivalente a uma banana, podendo ser uma boa opção no lanche pré-treino), 3g de proteína, 5-6g de lipídeos (mas pouquíssimo disso vindo da gordura saturada) e 2-3g de fibra! A adição das oleaginosas garante garante boas fontes de gordura e além disso, uma gama bem interessante de micronutrientes. Observe nas tabelas nutricionais divulgadas pelo site oficial da empresa:


Tenho comprado as minhas na loja Divina Terra, em São Leopoldo, que possui uma gama imensa de produtos naturais. Recomendada a visita! A rede Zafari também oferece as barrinhas, mas ainda não vi os dois novos sabores lá.

Quando estive no Rio, há um mês atrás, encontrei as barrinhas sendo vendidas numa famosa loja de suplementos. Lá custavam R$5,00 e a atendente me garantiu que vende muito bem. Aqui no sul, luckly enough, elas custam cerca de R$2,50 - R$3,00.

Espero que tenham gostado do post! Dúvidas, sugestões e comentários sempre bem-vindos!

Beijinhos, Dé e Gi ;)

Loja Divina Terra
Endereço: Rua São Caetano, 23 - Centro/São Leopoldo
Facebook: https://www.facebook.com/divinaterranaturais?fref=ts
Website: divinaterranaturais.com

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Curso de Ecogastronomia e Culinária Orgânica // Desbananando Cursos

Aprender a cozinhar e a se virar na cozinha é bom demais! E quando a gente aprende, além da gastronomia, porque deve haver uma preocupação com os alimentos selecionados, com a produção local e agroecologia passamos a ser melhores cidadãos, pessoas conscientes da sua responsabilidade social. Dar valor a sazonalidade, aos alimentos cultivados na nossa região é tarefa de todo mundo. Uma pena que muitos não se dão conta disso.



Mais um curso muito bacana desenvolvido pela queridaça Biba Retamozo, da Maria Bolachinha. Juntamente com Brunno Ardissone, produtor e proprietário da loja Viver Bem Alimentos, Biba e Brunno deram um show de consciência e falaram sobre o conceito de ecogastronomia - que endossada pelo movimento Slow Food acredita que todos têm direito ao prazer de comer bem, mas com responsabilidade

O Slow Food, tido como uma filosofia de vida para muitos, preconiza o reconhecimento do prazer aliado à alimentação. Diz que devemos aprender a apreciar a larga gama de receitas e sabores e reconhecer a variedade de lugares e pessoas cultivando e produzindo alimentos. Diz também que devemos respeitar os ritmos das estações e apoiar um modelo de agricultura menos intensivo, mais saudável e sustentável. Fantástico, não?

Bem, vamos ao curso! Fomos recebidas na Casa das Bolachinhas com morangos orgânicos, o tradicional e maravilhoso chá de hibisco da Biba e um suco orgânico de butiá, que eu achei sensacional. 



O conteúdo programático do curso era uma incógnita. Ele surgiria do que fosse encontrado na feira da manhã daquela segunda-feira. Os inscritos apenas sabiam que aprenderiam a fazer uma foccacia de malte e um docinho de morango. O resto era surpresa total!

E que cardápio surgiu: além da foccacia, tivemos um Porco de Panela (que leva suco de laranja e mel), um Risoto de Quinoa com Brócolis (que foi encorpado utilizando-se apenas um creme de aipim cozido - dispensando a tradicional nata que finaliza risotos), uma saladinha orgânica (com um vinagrete delicioso de limão bergamota, gengibre, mel e azeite) e o delicioso docinho de morango com merengue e chocolate. 



O Desbananando foi autorizado a divulgar a receita da foccacia e é com prazer que o fazemos:

Foccacia de Malte

INGREDIENTES:
°500g de farinha de trigo branca
°13g de sal
°60g de malte
°300ml de água
°10g de fermento biológico fresco (aquele fermento para pães)
°20g de açúcar
°35ml de óleo

MODO DE PREPARO:
1. Fazer o fermento (diluir em água, não muito quente).
2. Misturar os ingredientes todos e amassar por alguns minutos.
3. Deixar a massa descansar.
4. Moldar a foccacia em uma forma untada com bastante azeite de oliva e deixar descansar mais uma vez.
5. Finalizar com azeite de oliva, sal grosso e os ingredientes desejados (a tradicional leva apenas azeite e alecrim, mas pode-se utilizar cebola, azeitonas, manjericão, tomate cereja, etc). Nós finalizamos com molho pesto e tomate cereja.
6. Assar em forno pré-aquecido a 220°C, por 10 minutos. 




Entre uma preparação e outra, Brunno falava sobre alimentos orgânicos, sobre a importância de cultivarmos nossas raízes, nossa alimentação e hábitos locais. Mais uma tarde super agradável de muito aprendizado. 


Porco na Panela, com cenouras orgânicas e molho de mel e suco de laranja

Risoto de Quinoa com Brócolis

Morangos confitados com merengue e chocolate 

Quem quiser participar dos futuros cursos da Biba fica de olho no facebook da Maria Bolachinha. 

Em setembro, será nossa vez de estar do outro lado da bancada, ministrando o curso juntamente com a Biba. Será um curso de Culinária Leve, com lanches práticos e saudáveis para fazer em casa: empanadas, cremes e o nosso queridinho bolo integral de banana.



Informações e inscrições em: http://www.mariabolachinha.com.br/#!product-page/c136y/95bf3aee-b27b-08ca-ecc9-eb01df0c0fde 

Para acompanhar os cursos da Biba: https://www.facebook.com/mariabolachinha?fref=ts

Beijos gente!

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Minha primeira maratona // Desbananando sonhos

Rio de Janeiro. 26 julho de 2015. Agradáveis 21°C. Paisagem estonteante. 26 mil pessoas correndo. Muito sofrimento. Muita emoção. Ingredientes perfeitos para a primeira maratona da vida!


A primeira maratona da vida é sempre algo inesquecível. Acho que não tem como ser diferente. Os 42,195km tem uma magia quase que inexplicável e só quem já fez sabe do que eu estou falando. Vou tentar transmitir um pouco do que eu vivi no último domingo, mas deixo claro desde o início, viver o que aqui descrevo deveria ser mandatório a todo corredor. Uma vez na vida, pelo menos uma vez na vida, todo mundo deveria correr uma maratona.


Tudo começou com um sonho: eu ainda quero ser maratonista! Sabia que tinha duas pedreiras pela frente: o treinamento e a prova em si. Correr uma maratona requer preparação adequada. Muito volume, muito treinamento. São meses de preparação tentando buscar o volume necessário para conseguir vencer 42,195km. Talvez essa seja a parte mais desafiadora. Na correria do dia-a-dia é difícil encontrar parceria, e correr mais de 20km sozinha sempre é tarefa level hard. Quando não se tem local apropriado para tal então, as coisas ficam ainda mais complicadas. Mas enfim, apesar de tudo, acho que a preparação foi realizada dentro do planejado (agradeço aqui minha coach querida Sílvia Paz).

Nos dias prévios à prova, a emoção foi se aproximando timidamente. O clima no Rio estava bacana demais. A cidade já respira esporte naturalmente e com a aproximação da maratona era notório que algo muito grande se aproximava. Na retirada do kit deu pra sentir melhor a magnitude de uma competição com 26 mil pessoas inscritas! É povo que não acaba mais!

Na noite que antecedeu a prova eu tava MUITO ansiosa. De fato, fazia muito tempo que não ficava TÃO ansiosa. Fiz meu jantar de massas com a galera que estava com o Maratonas no Mundo no hotel, deixei tudo ajeitadinho e deitei cedo. Deitei. Porque dormir era a última coisa que meu corpo queria. A aproximação do momento tão esperado resultou num mix de felicidade, nervosismo e muita ansiedade. A última vez que olhei no relógio já era passada da meia-noite. 

Chegou o grande dia, sai do hotel pensando "Só volto aqui maratonista! Aconteça o que acontecer, eu vou cruzar aquela linha de chegada." Deixamos o pessoal na largada da meia e rumamos para o Recreio, onde nós largaríamos. Ao chegar lá, a primeira surpresa do dia: o encontro com Vanderlei Cordeiro de Lima. Existe inspiração maior? (no meu caso, só ver Fernanda Keller me deixaria mais inspirada).

7h30 em ponto largaram os 7500 guerreiros dispostos a vencer os 42km. No início é aquele tumulto. Pra quem está acostumado com provas curtas é até estranho, você quer se livrar daquela gente toda, mas não tem pra onde ir, tem que correr no ritmo de todos. Já era o primeiro teste de paciência. 3min (sim, 3minutos, muita gente!!) depois da buzina da largada passamos o pórtico. À medida que os primeiros kms foram passando, o espaço ficou mais amplo e ai pude começar a correr no pace planejado. Desde o início, a paisagem era algo inacreditável. Estar no Rio é agradecer a Deus por estar vivo e por poder contemplar tamanha beleza. 

Lá pelo km 7 a segunda surpresa do dia: Fernanda Keller (sim, ela mesma) assistindo, aplaudindo e incentivando os atletas! Não me contive e gritei "Fernanda!!!", acenando, como se fossemos amigas íntimas. kkk

Segue o baile. Nessa primeira metade da prova, fui conversando com meu amigo o tempo todo. De pouco em pouco apareciam umas figuras inesquecíveis, como o senhor de aproximadamente 70 anos que corria descalço, o jovem que corria de  costas, o tio com a camiseta do Grêmio, etc. Tudo indo absurdamente bem, hidratação, suplementação, tudo certinho. Fechamos os primeiros 21km para 2 horas e 2min. Tudo dentro do planejado. Sabia que dali pra frente a coisa ia piorar. 

Lá pelo km 23 a coisa escrespou. Todos sabem que a segunda metade da prova é mais difícil que a primeira, pois tem duas subidas. Uma, a da Niemeyer, é de quase 4 km de subidas. Pra quem acha que correr no Rio é barbada, aconselho testar. hehe Enfim, aqui senti pela primeira vez o peso da prova. Lá pelo km 28, parecia que alguém me puxava pra trás, já tinha algumas dores e não corria nada confortável. Nesse meio tempo algumas coisas serviam de injeção de ânimo: o "túnel-balada", que tinha muitas luzes e música alta; a animação dos outros atletas; a paisagem; meu celular - que, por "increça que parível" era meu entretenimento, tirava fotos, filmava, e assim os kms iam passando. 

As dores foram aumentando, e no momento que estavam quase que insuportáveis, chegamos no Leblon. A energia do público fez passar por um momento todo o sofrimento. Era muita gente torcendo, gritando, aplaudindo. "Vai guerreira!" era o que mais se escutava. Emocionante demais. Dali pra frente é na garra. Tudo dói, mas você sabe que correu até ali e não vai desistir por pouco.

Na minha preparação eu tive uma pequena lesão no periforme. Tinha muito medo que ele incomodasse na prova. Incomodou, mas nada perto do que havia incomodado nos treinos (aqui meu agradecimento ao fisio mais top de todos, Dudu Martins - da QuiroFisio). O que me impressionou foi que não só o lado direito, como o esquerdo também resolveu incomodar. Além disso, meu quadríceps parecia que pular pra fora da minha coxa. Muita dor. Nos postos de hidratação de Copa tive que parar, dar uma alongada, colocar um gelo dentro da bermuda e então seguir. Aos poucos os postos foram passando, quando chegamos no final de Copa, dobramos em sentido a Botafogo e um túnel de gente nos deu um up novamente. Eram inúmeras pessoas, que pareciam ter sido contratadas para ficar ali, gritando e te empurrando para o final da prova (Show de Truman feelings). 

Quando chegamos no Botafogo, a placa dos 40km me deu um alívio. "Ufa, só faltam 2km". Foi nesse momento que, me sentindo (relativamente) bem, acelerei. Meu amigo me olhou apavorado como que dizendo "Tu tá louca? Acelerar agora?". Mas eu, que corria sem meu Garmin (deu tilti no moço, coloquei pra carregar no sábado, 100% de bateria, e domingo, NOTHING), enfim, achei que faltavam 2km. Ele me acompanhou no ritmo, e soltou um "Tá certa, só faltam 3km mesmo!". "3km????????????" :o 
Nas minhas contas faltavam 2km, mas quando a placa de 40km apareceu, na verdade, ela significava que ali começava o km 40. Aquilo me desmoronou. Psicologicamente eu já tinha aceitado que correria e levaria aquelas dores por no máximo mais 2km. Nem preciso dizer que o último km foram os 1000m mais longos da minha vida. Aquele pórtico não chegava nunca. Comecei a chorar (agora mais forte - antes vinha conseguido ser discreta). Não era possível que os últimos 1000m eram 1000m mesmo. A organização da prova deve ter se enganado.

Mas finalmente veio a última curva, e eu enxerguei o pórtico da chegada. O choro, antes de dor, agora se juntava ao choro da emoção. Nesse momento vi minha querida amiga Fran. Foi lá para me ver chegar. Que alegria e que benção ter amigos! Acelerei, aquele corredor humano merecia uma corrida digna. Nos últimos metros, uma explosão de alegria tomou conta de mim. 
CONSEGUI! Eu consegui! Foram 4h37min que jamais serão esquecidas.




Mas não pense que a dor termina aqui. Continuei caminhando um pouco, e sentia uma dor tão forte nas pernas que parecia que elas estavam prestes a explodir. Eu só queria me jogar em um canto e ali ficar. Mas precisava passar pela fila da saída. Assim que vi um espacinho vazio na grama, embaixo de uma árvore me joguei. E ali chorei. Chorei. E chorei. Acho que devo ter ficado uns 15-20min chorando. De dor, de emoção, de alegria (mas mais de dor, confesso). Ali sentada pude ver diversas outras pessoas na mesma situação. Parece cena de guerra (uma guerra feliz), todo mundo sequelado jogado no chão. Dentre essas pessoas um cara me chamou atenção. Era um homem de aproximadamente 45 anos que certamente já havia sofrido algum tipo de AVC, boca torta e tal. Ele passava de grupo em grupo ajudando as pessoas. "Deve ser médico ou enfermeiro". - pensei comigo mesmo. E a atitude dele me fez chorar ainda mais. Não podemos perder a fé no ser humano. Ainda existe sim muita gente boa nesse mundo!

Depois disso foi só festa! Descer uma escada era beeeem complicado, eu caminhava toda torta, os pés cheios de bolhas e feridas, mas o que importa? Agora sou maratonista!


Beijos emocionados

Dé ;)

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Curso de Brownies - Maria Bolachinha // Desbananando Cursos

Brownie, palavrinha mágica que desperta água na boca sempre que mencionado, sempre que uma foto é mostrada. Ele pode ser uma sobremesa ou pode harmonizar um coffee break. Pode ser leve, embora a maioria seja mais pesada, de sabor bem intenso. Pode ser servido quente ou gelado. Com sorvete ou com calda de frutas. Muito usado em lembrancinhas, como finger food ou petit four. Já imaginou saber fazer um bom brownie? Que estrago e que dádiva! 



Aprender a fazer brownies é aquela coisa meio maravilhosa e meio infernal. Brownie é tão bom que a gente faz e tem que sair distribuindo pedaços para os amigos, caso contrário come-se tudo sozinho e ai, meu amigo, te vira na academia para queimar as calorias! O Desbananando teve o privilégio de fazer um curso com a queridaça Biba Retamozo, jornalista, cozinheira, padeira e confeiteira formada pelo SENAC-RS. Biba criou, quando ainda atuava no jornalismo, a confeitaria Maria Bolachinha e hoje se dedica quase que exclusivamente a essa grande paixão. A Casa das Bolachinhas, como Biba chama seu cantinho, é um espaço muito fofo onde ela mora, produz seus doces maravilhosos e, mais recentemente, ministra cursos de culinária.


O conteúdo programático do curso incluía uma receita base de brownie (que é utilizada em todas as outras receitas - com adaptações), um microbrownie de chocolate meio amargo com amêndoas de cacau (aqueles pequeninhos, para servir junto com um cafezinho), cupcakes de brownie de chocolate intenso com castanhas do Pará, brownie de doce de leite com crocante de nozes (esse foi o campeão do dia, di-vi-no), além de alguns "brindes" da Biba: como fazer morangos confitados, um bom ganache, crocante de nozes, brownie de chocolate sem farinha (quase um "sem glúten") e a sua famosa Torta Brownie. Sim, o segredo dos grandes chefs é não ter segredo algum. Revelar a receita do seu "melhor produto" não faz de você um alvo fácil dos concorrentes. Faz de você uma pessoa do bem. 



Enfim, foi uma tarde suuuper agradável. Assistimos e ajudamos na preparação dos brownies, aguardamos enquanto eles estavam no forno, e depois nos deliciamos provando cada um deles. O Desbananando super recomenda tardes assim. Faz bem pra alma e pro coração. Preparados para as fotos?


A famosa "Torta Brownie"

Cupcake de Brownie com Ganache

Brownie Clássico

Brownie com Calda de Morangos Confitados

Voltando às calorias do brownie, o Desbanando calculou a informação nutricional das receitas que seriam preparadas no curso. É o tipo de coisa que não se faz! hehehe Uma receita inteira tem em torno de 5500 kcal. É... nem correndo uma maratona a gente queima tudo isso. Então, parcimônia gente! Não deixem de cozinhar pensando nisso, mas por favor, não façam um brownie a cada 2-3 dias (totalmente desnecessário esse parágrafo do post né gente?).

Quem quiser participar dos cursos da Biba, segue a Maria Bolachinha no face (https://www.facebook.com/mariabolachinha) e instagram (@mariabolachinha)! Tem muita coisa bacana vindo por ai!

Beijos gente!

Dé e Gi